Passa ai contenuti principali

dia 23 de abril- dia mundial do livro

Na Livraria Assírio & Alvim e na Livraria Aillaud & Lello assinalamos o Dia Mundial do Livro com um Concerto de Tiago Guillul e Samuel Úria:

23 de Abril (quarta-feira),
13:00h na Livraria Aillaud & Lello; Rua do Carmo, 82, Lisboa;
18:30h na Livraria Assírio & Alvim; Rua Passos Manuel, 67-B, Lisboa.

Entrada livre.


Durante todo o dia, os livros do catálogo serão vendidos na livraria Assírio & Alvim (Rua Passos Manuel, n.º 67-B) com 50% de desconto.

Esta promoção não se aplica a livros publicados há menos de 18 meses, ao abrigo da lei do preço fixo, nem é acumulável com outras promoções já a decorrer.

Commenti

Post popolari in questo blog

Dimartino "Niente da dichiarare"

Le frasi da usare prima di partire sono "addio", o forse "arrivederci in un giorno migliore". Parla con gli estranei, non tirarti indietro, fatti raccontare, lasciati tentare sempre dal rischio di un errore. Corri sotto il cielo, non ti può far male, evita di preoccuparti della polizia o dei passaporti, le marche da bollo, i contanti sono solo documenti, solo pezzi di carta e niente più. E a te cosa importa di questo se hai visto il mondo? L'hai stretto bene e non hai niente da chiarire, niente da dichiarare. La distanza tra due punti è un insieme di passaggi, di miracoli, di testimoni, resti di animali, vite, minerali. Lascia stare il tempo, tanto dopo il giorno è quasi sicuro che arriva la notte. Non pensare a quello che hai lasciato a casa: sono solo cose, e le cose prima o poi diventano rovine. E a te cosa importa di tutto se hai visto il mondo? L'hai stretto bene e non hai niente da chiarire, niente da dichiarare. E alle dogan...

#

#Carmen... prolongar-se em memória

“… A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o viajante se sentou na areia da praia e disse: ‘Não há mais que ver’, sabia que não era assim. O fim duma viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite, com sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para os repetir, e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre. O viajante volta já.” José Saramago (1922-2010) , em Viagem a Portugal