martedì 10 febbraio 2009

# aproveito

As vezes a vida da voltas que nem imaginamos... não esperamos e que desejamos há muito tempo sem reparar, é assim que acontece, e cabe aqui uma citação (obrigada T.): assim é que é!! Acontecem tantas coisas que nem temos o tempo para pensar, ou seja, eu estou sempre a pensar, a minha cabeça é uma maquina infatigável, não para, é incrível! Mas nunca pensei não ter tempo para fazer certas coisas, é tudo uma confusão... esta é uma daquelas alturas em que se pararmos para mentalizar, as coisas fogem... bem, desta vez não, não vai acontecer, tenho a certeza, porque pela primeira vez sinto que tudo esta a iniciar um caminho, bom ou mau que seja, é sempre alguma coisa... é difícil dizer como isto aconteça, porque, como sempre, os sentimentos contrastantes que me caracterizam fazem-se sentir, mas eu desta vez não vou ficar parada a olhar, desta vez vou acompanha-los, para que se tornem como eu quero... é como despertar-se depois dum sono de 24 horas... um sono que compreendeu pesadelos e sonhos, mas que afinal nos prendeu naquela rede do inconsciente que muitas vezes nos cega, e, porque não, talvez cuide de nos... e então não há nada por fazer se não aproveitar e aproveitar, para que nem um instante fuja, e possamos gozar tudo tudo o que acontece... illustrazione: Kandisky

giovedì 5 febbraio 2009

dalla newsletter di Emergency n. 5 - Anno 2009

Gino Strada: «L'emendamento anti immigrati: una norma stolta prima
ancora che perversa»

A oggi, in Italia, una legge vieta al personale sanitario di
denunciare gli immigrati conosciuti per ragioni di cura, anche se la
loro presenza in Italia non fosse regolare. Un emendamento approvato
al Senato intende sopprimere questa norma. Si metterebbero cosi' gli
individui nella condizione di scegliere fra l'accesso alle cure e il
rischio di una denuncia; si spingerebbe parte della popolazione
presente in Italia nella clandestinita' sanitaria, con grandi rischi
per se' e per la collettivita'.

Si vuole affidare ai singoli medici la scelta se garantire lo stesso
diritto alla cura a tutti gli individui, nel miglior interesse del
paziente e nel rispetto del segreto professionale, oppure se
esercitare la facolta' di denunciare i loro pazienti
"irregolari".

Secondo tutti i medici che ho conosciuto e apprezzato, l'unico modo
giusto e civile per fare medicina e' garantire a tutti la miglior
assistenza possibile, senza distinzione alcuna riguardo a colore della
pelle, sesso, convinzioni politiche, religiose o culturali,
nazionalita' o status giuridico. Questo e' il modo in cui
Emergency ha
lavorato, per quindici anni in tredici diversi paesi, curando tre
milioni di persone senza distinzioni. Questo e' il modo con cui
continuiamo a lavorare, anche in Italia, nel Poliambulatorio per
migranti e persone indigenti di Palermo.

Anche di fronte all'incivilta' sollecitata da una norma stolta
prima
ancora che perversa, sono certo che i medici italiani agiranno nel
rispetto del giuramento di Ippocrate, nel rispetto della Costituzione
e della Dichiarazione Universale dei Diritti Umani. Nel rispetto,
soprattutto, di chiunque si rivolga a loro avendo bisogno di un
medico.

Gino Strada

domenica 1 febbraio 2009

Chove Chuva



Chove chuva, chove sem parar
Chove chuva, chove sem parar
Pois eu vou fazer uma prece
Pra Deus, Nosso Senhor
Pra chuva parar de molhar
O meu divino amor
Que é muito lindo
É mais que o infinito
É puro e é belo
Inocente como a flor
Por favor, chuva ruim
Não molhe mais o meu amor assim
Por favor, chuva ruim
Não molhe mais o meu amor assim
Chove chuva, chove sem parar
Chove chuva, chove sem parar

Jorge Ben Jor