Passa ai contenuti principali

# clownterapia

Quando vi aquilo pensei que nada está a correr mal, é o mundo...
O mundo está mesmo uma merda, está mesmo a desfazer-se, ninguém pensa no que se passa além dos nossos lindos narizes. Televisão e jornais não ajudam, e no entanto para fazer com que alguém saiba temos que passar documentários em pequenos sítios aonde vão as pessoas que conhecem a situação...
Ver pessoas a sofrer faz-te pensar, mas ver crianças a chorarem é ainda pior. Não há pior e melhor, isto é certo, que a impressão que faz é muito mais, é ver seres indefensos que estão a pagar o preço duma guerra feita em nome de ninguém (ou pelo menos nao no meu nome!), e sobretudo feita por manias de omnipotência. A clown terapia é admirável, e não conseguia perceber quanto fortes fossem estas pessoas até quando vi o Patch Adams falar e, de repente, desatar a chorar, foi incrível, e ainda mais foi o que ele disse: " Alguma vez pegaram ao colo uma criança desnutrida por causa duma guerra feita em nome do bem estar?"...
não há resposta além do não. Nunca vimos e nunca fazemos com que isto acabe. Mas no entanto há pessoas que tentam trazer sorrisos em lugares onde parece que esqueceram o que é viver
sem medo, e onde basta um nariz vermelho para que a alegria ocupe, nem que seja por um segundo, o lugar da angustia. Ainda bem que eles existem.

...e no entanto nos ficamos a olhar...


p. s: como sempre as imagens que uso sao do Marco Cazzato, fonte: http://www.marcocazzato.it/

Commenti

Post popolari in questo blog

Esmahan Aykol, "Appartamento a Istanbul", Sellerio, 2011

(Traduzione di Emanuela Cervini) Kati Hirschel, quarantenne anticonformista, appassionata di gialli tanto da aprire a Istanbul una libreria specializzata, anche questa volta è alle prese con un caso che la coinvolge in prima persona. Osman, tipo losco gestore di parcheggi, viene ucciso poco dopo un alterco con Kati. Solare e intuitiva, fin troppo curiosa, la libraia con l'hobby dell'investigazione inizia a indagare. Kati Hirschel è una Berlinese trapiantata a Istanbul da una quindicina d'anni. Gestisce una libreria specializzata in gialli, per il resto il suo tempo è preso a occuparsi di una quantità di piccoli affari pratici che la sballottano da un estremo all'altro della sconfinata città che abbraccia il Bosforo. E parla, conversa continuamente e con chiunque, di ogni ceto occupazione e risma, amiche e vicini, amori, e personaggi con cui viene in contatto per il lavoro o per le altre incomben...

#

Esmahan Aykol, "Divorzio alla turca", Sellerio, 2012

( Traduzione dal tedesco di Emanuela Cervini; Titolo originale: Scheidung auf Türkisch) L'avventurosa libraia di Istanbul, Kati Hirschel, investigatrice per vivacità, non riesce a stare ferma. Gira in continuazione, indugia in situazioni di ogni genere, si ferma a parlare con chi capita, va curiosando ovunque soprattutto dove è più pericoloso mettere il naso. Nel suo terzo caso indaga sul presunto omicidio della moglie del rampollo di una delle casate più in vista del paese. Sembrerebbe un incidente ma come sempre Kati riesce a fiutare la pista giusta. Terzo caso per l’avventurosa Kati Hirschel, la libraia di Istanbul, venuta dalla natia Germania ma ormai più stambuliota di chiunque altro, investigatrice per vivacità. Del suo personaggio colpisce subito che non riesce a stare ferma. Gira in continuazione, indugia in situ...